Boas práticas de privacidade, consentimento e minimização para treinar e operar modelos com segurança.

A LGPD exige que o uso de dados tenha base legal e finalidade clara. Projetos de IA precisam documentar por que e como os dados serão usados.
Sem essa clareza, o risco de uso indevido cresce, mesmo que a tecnologia seja eficiente.
Dados de saúde, biometria e origem racial exigem maior rigor. A minimização consiste em usar apenas o necessário para atingir o objetivo.
Esse princípio reduz exposição jurídica e ataque em caso de vazamento.
Treinar modelos com dados reais pode ser justificável em alguns contextos, mas exige controles fortes. A inferência, por sua vez, precisa impedir que dados pessoais sejam expostos em saídas.
Logs, prompts e respostas devem seguir a mesma política de privacidade.
Os titulares têm direito de acesso, correção e eliminação. Isso implica manter inventários e processos para responder rapidamente.
A transparência também inclui explicar quando a IA influencia decisões relevantes.
A conformidade não é um documento único, mas um ciclo contínuo. A avaliação de impacto deve ser revisada periodicamente.
O DPO deve participar do desenho do modelo, não apenas revisar depois.
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