Chaves de segurança e passkeys viraram padrão para reduzir invasões por roubo de credenciais e ataques de engenharia social.

SMS e tokens de uso único podem ser capturados por páginas falsas, malware ou engenharia social em tempo real. Ataques de proxy reverso replicam a tela de login e roubam o código antes que ele expire.
Em uma estratégia Zero Trust, identidade é o perímetro. Se o fator é vulnerável, todo o modelo fica frágil.
FIDO2 usa criptografia de chave pública e liga o fator ao dispositivo. O segredo nunca sai do aparelho, e o login só funciona no domínio correto.
Passkeys eliminam senhas e reduzem atrito, mantendo segurança mesmo com ataques de phishing sofisticados.
A transição pode ser incremental. Comece por contas privilegiadas, admin e sistemas críticos. Em paralelo, habilite passkeys para usuários finais que já usam autenticadores.
Evite forçar todos de uma vez. Pilotos controlados reduzem resistência e ajudam a calibrar comunicação.
O help desk precisa de processos claros para perda de dispositivo e recuperação. Políticas de backup (segunda chave ou recovery codes) reduzem chamados.
A comunicação deve focar em experiência: login mais rápido e menos senhas.
Zero Trust funciona quando controles são consistentes em todos os acessos, internos e externos.
A governança inclui revisar logs e garantir que a autenticação resistente a phishing esteja ativada nos sistemas mais expostos.
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